Dizer “não” não é um sinal de frieza ou falta de colaboração.

A resistência em estabelecer limites muitas vezes nasce do desejo profundo de corresponder às expectativas externas, negligenciando nossa própria integridade emocional. Fomos educados a valorizar a disponibilidade irrestrita, como se nossa validade dependesse da capacidade de suprir demandas alheias.
O cérebro interpreta o “não” como um microchoque social porque teme decepcionar. No entanto, essa reação de culpa e ansiedade é o sinal de que fomos treinados a atender antes de sentir. 
O “não” protege o profissional, o paciente e o trabalho!
Diferente do que muitos pensam, o “não” não destrói vínculos; ele os organiza. Colocar limite é um ato de respeito mútuo e sustentabilidade. 
E você ainda opera no automático?
Marcio Mota.







