Saúde dos gatos: sinais sutis também merecem atenção.

Créditos: Divulgação/ROYAL CANIN®
ROYAL CANIN® alerta sobre observação cotidiana, consultas preventivas e nutrição individualizada.
Nem todo problema de saúde nos gatos se manifesta de forma evidente. Alterações graduais podem ser incorporadas à rotina sem serem percebidas de imediato. Conhecer o que é habitual para cada animal ajuda o responsável a reconhecer quando algo foge do esperado e a levar informações mais completas ao Médico-Veterinário.
Um levantamento conduzido pela Censuswide para a Royal Canin, em 2026, com 1.000 responsáveis por gatos e cães no Brasil¹, ajuda a entender como os responsáveis lidam com o acompanhamento veterinário. Entre os 568 participantes que declararam ter felinos, 63,38% afirmaram realizar check-ups regulares. Por outro lado, 34,86% disseram não adotar medidas preventivas porque o animal aparenta estar bem e não apresenta problemas visíveis. Nos gatos, porém, sinais de dor ou desconforto podem ser sutis e algumas mudanças se desenvolvem gradualmente.
“Na prática clínica, o contexto faz diferença. Uma alteração precisa ser analisada considerando o padrão individual, sua frequência e a presença de outros sinais. É a avaliação desse conjunto, e não de um indício isolado, que ajuda a orientar a investigação clínica”, explica Leticia Tortola, Médica-Veterinária e Especialista em Comunicação Científica da Royal Canin Brasil.
O que observar no dia a dia
Redução do apetite ou da ingestão de água, menor disposição para brincar, alterações no uso da caixa sanitária, passar mais tempo escondido ou reduzir os hábitos de higiene e manutenção da pelagem são alguns exemplos que podem indicar que algo está diferente.
A mobilidade é outro aspecto importante. Hesitar antes de pular, deixar de acessar locais antes frequentados ou abandonar atividades que faziam parte da rotina são mudanças que podem surgir gradualmente e estar relacionadas a desconfortos ou alterações articulares. A osteoartrite, por exemplo, pode permanecer sem diagnóstico justamente porque seus sinais são sutis e acabam sendo atribuídos apenas ao avanço da idade.
Essa percepção ganha relevância com o envelhecimento: na mesma pesquisa, 34,33% dos responsáveis por gatos afirmaram só pensar nessa fase quando surgem problemas de saúde. Por isso, mudanças persistentes não devem ser simplesmente naturalizadas como consequência da idade, mas compartilhadas com o Médico-Veterinário.
Como aproveitar melhor a consulta
O que acontece fora da clínica também pode contribuir para a avaliação. Registrar previamente o que foi percebido em casa e compartilhar essas observações com o Médico-Veterinário ajuda a complementar a avaliação realizada durante o atendimento.
A preparação para o deslocamento é outro aspecto importante. A ida ao Médico-Veterinário pode ser desafiadora para alguns responsáveis, já que o transporte e o ambiente da clínica podem gerar estresse nos gatos. Para tornar esse momento mais tranquilo desde casa, a Enciclopédia do Gato, da ROYAL CANIN® e desenvolvida em colaboração com especialistas de diferentes partes do mundo², orienta manter a caixa de transporte disponível de forma permanente no ambiente, aberta e acessível, para que o gato a perceba como um local familiar e seguro. Deixar uma manta ou cobertor com odor familiar dentro da caixa também pode ajudar.
Na clínica, práticas Cat Friendly, adotadas por profissionais e estabelecimentos, também podem contribuir para uma experiência mais adequada às necessidades da espécie, desde a chegada até o atendimento. Buscar profissionais capacitados e ambientes preparados para receber felinos pode facilitar as visitas e tornar o acompanhamento da saúde mais confortável ao longo da vida.
Prevenção também passa por ambiente e nutrição
Oferecer espaços adequados às necessidades da espécie, acompanhar a condição corporal e facilitar o acesso a alimento, água, locais de descanso e caixa de areia são medidas que fazem parte da atenção à saúde ao longo da vida. Quando há alguma limitação de mobilidade, adaptações no ambiente, como reduzir a necessidade de grandes saltos, também podem tornar o cotidiano mais confortável.
A hidratação também desempenha papel importante nesses cuidados. A Enciclopédia do Gato aponta que muitos felinos preferem tigelas largas e rasas e orienta disponibilizar água fresca em diferentes pontos da casa, afastados do alimento e da caixa de areia. O alimento úmido, por seu elevado teor de água, pode contribuir para aumentar a ingestão hídrica.
A alimentação deve seguir a mesma lógica de individualização. “A idade é uma informação importante, mas não deve ser analisada sozinha. Condição corporal, nível de atividade, estilo de vida, se o gato é castrado ou não e eventuais condições de saúde precisam ser considerados em conjunto para definir as recomendações mais adequadas. Quando existe uma condição de saúde específica, a orientação nutricional deve ser feita pelo Médico-Veterinário”, destaca Leticia.
Com base em ciência e precisão nutricional, a ROYAL CANIN® desenvolve alimentos adaptados às diferentes fases da vida e às necessidades específicas de cada gato.
Fonte: ROYAL CANIN®.







