A vida começa e termina com o movimento da respiração.

Quando seu animalzinho nasceu, Deus soprou nele o dom da vida, através da primeira respiração.
E quando partem, os animais devolvem ao Criador esse sopro sagrado da vida.
Eles sempre trazem durante as comunicações telepáticas que o nascimento e a morte são momentos sagrados.
O sopro de Deus permanece dentro deles nas expressões mais puras: o afeto verdadeiro e a alegria genuína que compartilharam conosco.
O amor expandido dos animais carrega chaves invisíveis que abrem portas (como “disse” a Luna, a Labradora) e portais que atravessam nossas emoções, levando-nos a lugares inimagináveis (como revelou o Gutyy, o Maltês).
Ao amar um animal, você se abre para reencontrar o amor do Divino que habita em você.
Um amor que, talvez, você tenha esquecido de oferecer a si mesmo ou que nunca tenha recebido de alguém.
Com seu animalzinho, você não teve medo de julgamentos. Você riu com leveza. Recebeu companhia sem precisar pedir.
E, sem perceber, entrou em contato com uma parte sua que estava adormecida: o seu Ser mais profundo.
O amor dos animais tem o poder de despertar em nós um amor que, até então, não conseguíamos sentir.
A vida passa… o amor se faz presente…
Mas chega o momento doloroso de devolver ao Criador o sopro da vida, através da última respiração.
E nesse instante, o Amor e a Dor se abraçam.
As chegadas e as partidas são igualmente sagradas.
Na partida, o amor se mistura à mente confusa e a um corpo que sente vazio e dor.
Restabelecer o equilíbrio entre amor e dor pode levar tempo…
Por isso, seja gentil com suas polaridades internas.
🌹 Como está sendo a sua travessia?
Ednilse Galego.







