“Eu não morri. Estou apenas vivendo de outra forma com você agora.”

Essa é uma das frases mais trazidas pelos animais que partiram durante as comunicações telepáticas.
E, junto dela, vem sempre o lembrete:
“Morrer é apenas uma transição de corpos, onde o amor permanece.”
Na virada do ano, costumamos a rever o que passou e se preparar para um novo ciclo, porém agora tudo está diferente e difícil, pois quem é importante para você, não está mais ao seu lado. Mas lembre-se que o tempo não apaga o que foi vivido; ele apenas muda a forma que vamos viver.
Os animais me ensinam, que o amor não pertence à matéria. Ele pertence à alma/ consciência. E a consciência do amor sustenta a frequência do Universo.
Por isso, onde quer que seu animalzinho esteja, o vínculo não se rompe com o fim de um ciclo, ele amadurece.
Se você perdeu um animal muito amado, neste ano que se encerra, talvez sinta que uma parte sua ficou para trás junto com ele. Mas a natureza nos lembra, o tempo todo que nada se perde. Tudo se transforma.
Todo encerramento carrega um convite silencioso ao renascimento. Então, veja se é possível se responder estas perguntas:
• Que parte de mim precisa nascer agora?
• Que medo minha alma é convidada a atravessar neste novo ciclo?
• Que cuidado eu deixei de me oferecer enquanto amava tanto o outro?
Cada perda profunda, nos conduz a um mergulho interno. E muitas vezes encontramos ali um espaço esquecido, desorganizado e carente de amor.
Na virada deste ano, permita-se renascer, mesmo que haja tristeza.
Abasteça-se do amor que seu animal derramou em você. Use esse amor como ponte, não como ausência.
E ofereça a si mesmo o cuidado que você oferecia para ele.
O ano muda. E quando eles partem, a forma de amar também, mas o amor nunca morre.
“O que dentro de você precisa nascer depois da partida do seu animal?”
Ednilse Galego.







