Muito além do espirro: MSD Saúde Animal alerta como a vacinação evita sequelas crônicas da “gripe felina”.

Muito além do espirro: MSD Saúde Animal alerta como a vacinação evita sequelas crônicas da “gripe felina”.

Especialista explica que patógenos do Complexo Respiratório Felino podem causar rinite crônica e lesões oculares graves se não houver vacinação adequada.

O Complexo Respiratório Felino (CRF) muitas vezes esconde perigos que vão muito além de um mal-estar passageiro. Esse complexo corresponde a um conjunto de infecções respiratórias altamente contagiosas em gatos, causadas principalmente pelo herpesvírus felino e o calicivírus, muitas vezes com participação de bactérias oportunistas. A MSD Saúde Animal ressalta que a proteção através da vacinação é fundamental, uma vez que os gatos acometidos podem desenvolver sequelas crônicas em relação a respiração, visão e ingestão de alimentos, havendo comprometimento da qualidade de vida de maneira permanente.

A gravidade do Complexo Respiratório Felino (CRF) é sustentada por dados epidemiológicos alarmantes. De acordo com o European Advisory Board on Cat Diseases (ABCD), estima-se que até 80% dos gatos infectados pelo Herpesvírus felino tornam-se portadores latentes por toda a vida, podendo apresentar recidivas em qualquer momento de estresse. Além disso, em locais com múltiplos animais, a prevalência de agentes como o Calicivírus pode chegar a 40%, tornando a disseminação extremamente rápida.

“O Herpesvírus felino tem predileção pelo trato respiratório, causando sinais clínicos como espirros, secreção nasal/ocular e conjuntivite. Por ser um vírus que permanece no organismo e pode reativar em momentos de estresse, muitos gatos acabam desenvolvendo rinites crônicas, ceratites e úlceras de córnea, com risco de perda da visão”, explica Kathia Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal.

Além dos sinais respiratórios, o Calicivírus, é frequentemente associado a úlceras orais extremamente dolorosas. Essas lesões muitas vezes impedem o animal de comer e beber água, gerando quadros graves de desidratação e desnutrição. “Muitos responsáveis só buscam o médico-veterinário quando o gato para de se alimentar, mas as lesões crônicas nos cornetos nasais podem fazer com que o animal tenha dificuldade respiratória e perda de olfato pelo resto da vida”, reforça Kathia.
A estratégia mais eficaz para evitar esse cenário é a vacinação, que normalmente tem início quando o gato completa 9 semanas de vida. A MSD Saúde Animal disponibiliza a linha Nobivac®, referência global em proteção felina. As vacinas múltiplas, como a Nobivac® Feline 1-HCP (que protege contra Rinotraqueíte, Calicivirose e Panleucopenia), a Nobivac® Feline 1-HCPCh (que inclui a proteção contra a Clamidiose) e a Nobivac® Feline 1-HCPCh +FeLV (que inclui a proteção contra a Leucemia Viral Felina) são fundamentais para proteger os felinos.
“Vacinar não é apenas prevenir doenças, é promover um futuro com mais qualidade de vida. No caso dos felinos, que dependem muito do olfato para se alimentar e interagir, preservar as vias aéreas é essencial para seu bem-estar”, conclui a especialista. A companhia reforça que as visitas regulares ao médico-veterinário são muito importantes para a realização de check-ups, atualização de protocolos vacinais e orientações sobre outros assuntos, como alimentação e prevenção de parasitas, todos cuidados que conferem que o felino tenha uma vida mais longa e saudável.

Fonte: MSD Saúde Animal.

ImpulsoVet

Revista Eletrônica Médica Veterinária.