Qual destas posturas você se identifica.

Nessa imagem temos três amazonas e três formas diferentes de sentar no cavalo. A diferença entre elas parece pequena, mas biomecanicamente muda tudo.
Aqui vemos um alinhamento mais adequado.
A pelve está em posição neutra, permitindo que a lombar, o quadril e as demais articulações trabalhem juntas para absorver o movimento do cavalo. O corpo acompanha em vez de bloquear.
Aqui vemos algo muito comum, principalmente entre mulheres: o quadril roda para frente e a amazona acaba sentando mais na parte anterior da pelve.
Essa posição bloqueia a mobilidade da lombar e projeta o centro de equilíbrio para frente. Além de dificultar a absorção do movimento do cavalo, pode gerar sobrecarga e dor na região lombar.
Essa é a clássica postura de quem monta “sentada no bolso da calça”.
A perna fica um pouco adiantada e o peso vai para trás. Quando isso acontece, o sacro fica bloqueado.
Com o sacro travado, a lombar perde mobilidade e o corpo deixa de absorver o movimento. Resultado: aumenta muito a chance da pessoa “pular” no andamento e também o risco de desconforto ou dor na coluna.
Agora um detalhe importante:
Essas imagens estão em uma sela western.
Ou seja, independentemente da modalidade — salto, adestramento, western ou qualquer outra — a biomecânica correta do cavaleiro continua sendo essencial.
Porque no final das contas, não é a sela que cria o equilíbrio.
É o corpo. No momento da modalidade podemos mudar o padrão, mas para flexionamento e condicionamento do cavalo essa postura é universal!
Mayara Verde.







