Por que você precisa, literalmente, “forçar” o cérebro da sua equipe para mudar resultados.

Por que você precisa, literalmente, “forçar” o cérebro da sua equipe para mudar resultados.
Recentemente, uma perspectiva trazida pelo neurologista Dr. Fabiano Moulin me fez reavaliar os maiores gargalos da gestão hospitalar veterinária.
A premissa é dura, mas libertadora: para efetivar mudanças comportamentais reais, é necessário “forçar” o cérebro.
Muitas vezes, como gestores, interpretamos a não adesão a um novo POP como falta de comprometimento. Mas, sob a ótica da neurociência, é apenas o cérebro fazendo o seu trabalho: economizando energia e resistindo ao novo.
Neste carrossel ➡️, eu trago uma análise de como transpor conceitos da neurologia cognitiva para a nossa realidade clínica:
1️⃣ Por que desenhar processos que dependem da memória de um plantonista cansado é um erro.
2️⃣ Por que na UTI, disciplina e reflexo condicionado valem mais que motivação.
3️⃣ Como aplicar essa mesma lógica para garantir que os tutores sigam os tratamentos em casa.
A gestão moderna exige que sejamos arquitetos de escolhas, criando ambientes onde fazer o certo seja o caminho de menor resistência neural.
Marcio Mota.

Marcio Mota

Médico veterinário, docente convidado FGV, palestrante, consultor, Presidente ANMV, Presidente da Comissão de Clínicos de pequenos animais CRMV SP e liderança do associativismo (AMVGABC, ABHV e FEREVESP).